STEAM: a metodologia por trás da robótica educacional

A robótica educacional ganha cada vez mais espaço na educação básica, isso se deve — dentre inúmeros outros fatores —, à necessidade de educar para o futuro e tornar a aprendizagem mais atrativa e prática.
Das novas formas de aprender e ensinar, as metodologias ativas se destacam pela capacidade de integrar os alunos e desenvolver habilidades e competências que impactam além da sala de aula, pois também refletem na vida social e profissional.
A metodologia STEAM, que combina Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, destaca-se no desenvolvimento de habilidades essenciais para o século XXI e tem grande relevância na proposta pedagógica da robótica educacional. No programa SIMROBÓTICA®, que integra STEAM, os alunos aprendem de maneira prática, o que transforma o aprendizado em sala de aula.
Anteriormente, utilizava-se a sigla STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), mas, mais recentemente, foi incorporada a letra “A”, formando STEAM, para incluir as artes na abordagem educacional. Essa modificação tem como objetivo promover uma educação mais integrada e abrangente, que visa o desenvolvimento de habilidades criativas e inovadoras junto com competências técnicas e quantitativas.
A robótica educacional permite que conceitos complexos se tornem acessíveis e envolventes, promovendo o desenvolvimento da criatividade, a integração de tecnologias e a inclusão educacional. Até a temida matemática, que faz muitos estudantes torcerem o nariz só de ouvir a palavra, torna-se mais atrativa e estimulante.
O estudante precisa compreender que o conhecimento não é uma caixinha separada. Existe uma correlação entre as disciplinas, e a metodologia STEAM integra essas áreas com o objetivo de desenvolver o pensamento crítico e formar profissionais com habilidades multidisciplinares.
— Marcos Pollo, mestre em educação.
Ao explorar diferentes disciplinas durante as atividades, o STEAM se mostra essencial para o desenvolvimento de competências que vão além das disciplinas isoladas. Essa integração amplia a capacidade dos alunos de resolver problemas, pensar de maneira crítica e se preparar para os desafios do futuro.
Conheça o programa SIMROBÓTICA®, e saiba como colocar na grade curricular das escolas públicas.