Este é o último ano para cidades e estados reporem o orçamento da educação, previsto na Emenda Constitucional nº 119/2021.

A pandemia trouxe desafios globais para a manutenção de segmentos importantes do desenvolvimento nacional, o que ocasionou flexibilização nos investimentos, permitindo menores percentuais constitucionais em educação no período de 2020 e 2021. Em contrapartida, é preciso aplicar a diferença não investida na manutenção e desenvolvimento da educação.

A Emenda Constitucional nº 119/2021 estabelece a recomposição dos índices mínimos de aplicação na educação que não foram cumpridos nos exercícios financeiros de 2020 e 2021 até o final do exercício de 2023.

Para cumprir essa recomposição e evitar responsabilização do gestor público, é necessário realizar um controle orçamentário adequado, incluindo o controle da execução orçamentária do plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e o orçamento anual. Pesquisas mostram a importância do investimento educacional na redução da desigualdade e para a economia, com potencial de aumento do Produto Interno Bruto (PIB).

O Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados para a África Lusófona e o Brasil, da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP Clear), em parceria com a Fundação Lemann, divulgou os resultados de um estudo sobre educação e crescimento econômico.

Uma das conclusões apontadas é que a qualidade da educação está positivamente associada a maiores taxas de crescimento econômico. Segundo o estudo, um aumento nas notas em testes padronizados internacionais está relacionado a um aumento na taxa de crescimento do PIB per capita entre 1 e 2,2 pontos percentuais ao ano.

O estudo também aponta a importância da qualidade do ensino básico na geração de empregos entre jovens, que o capital humano é um fator relevante que explica a diferença de crescimento econômico entre países e que a escolaridade está associada com a produtividade, o que explica boa parte da diferença de renda entre os trabalhadores. 

A robótica educacional tem se destacado como uma excelente ferramenta para aprimorar a educação na rede pública de ensino, oferecendo recursos que potencializam o aprender e o torna mais atraente e divertido.

O SIMROBÓTICA®, programa de robótica educacional da SIM Inova® voltado para a rede pública de ensino, oferece recursos que potencializam o aprendizado e tornam as aulas mais atrativas e divertidas, ajudando a aumentar a qualidade da educação. Ao adotar a metodologia STEAM e a Cultura Maker, os estudantes podem integrar diferentes disciplinas em aulas práticas, trabalhando em equipes e com atividades que fazem sentido para o seu dia a dia, o que resulta em um ensino mais completo e preparatório para o futuro.

Nas aulas do SIMROBÓTICA®, os estudantes constroem e programam protótipos por meio de uma metodologia ativa que utiliza os kits educacionais da LEGO® Education, tablets com aplicativo de programação e caderno de atividades com conteúdo alinhado à BNCC.

Investir em robótica educacional é uma excelente estratégia para repor o orçamento da educação, especialmente em cidades e estados que precisaram reduzir seus investimentos durante a pandemia. Além disso, a robótica educacional tem o potencial de formar jovens capacitados e preparados para enfrentar os desafios do mundo moderno, deixando um legado de tecnologia na educação das regiões onde é implementada. Com isso, é possível aliar a recuperação financeira da educação à formação de cidadãos mais preparados para o futuro.

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