Refletir sobre a função da criatividade em nosso modo de vida é uma das características desenvolvidas por meio da Cultura Maker, movimento do “Faça você mesmo” que, em sala de aula, estimula o pensamento criativo e a resolução de problemas.

Originário de mudanças culturais relacionadas ao trabalho manual e à criatividade, o “Movimento Fazer” vem tendo vertentes desde o século XIX, com o surgimento do Arts & Crafts. No século seguinte, os movimentos Hack e Do It Yourself (DIY) surgiram e, em XXI, o Maker Movement teve origem em 2005.

Implementar a também chamada Cultura Maker na Educação Básica oferece aos estudantes uma metodologia que aprimora o reconhecimento de problemas e soluções em que ele mesmo cria e desenvolve projetos e protótipos. “Dentro da educação, a Cultura Maker traz muitos benefícios pois ajuda na formação da motricidade, estimula a criatividade e o espírito colaborativo”, conta Simone Aparecida Ximenes Lucas, orientadora pedagógica da SIM Inova® em Piracaia/SP. “E essa inserção nas escolas públicas é perfeita, pois, assim, conseguimos os mesmos direitos com uma educação de qualidade para todos”, complementa.

São características requisitadas para os profissionais da nova revolução industrial, que mistura tecnologia, atitude e soluções simples para questões complexas ou monótonas.

Alinhada com as aulas de robótica, a Cultura Maker desenvolve o pensamento computacional em busca de soluções rápidas por meio da tecnologia, recurso indispensável para a sociedade moderna. Ou seja, o investimento em educação tecnológica é pensar nos profissionais do futuro e na sua capacidade de criar soluções com uso de tecnologia e, ainda mais, sem renunciar à sustentabilidade e à responsabilidade ambiental.

Para mim a Cultura Maker veio para transformar os espaços de aprendizagem, fazendo com que a escola se torne um lugar para aprendizagem criativa e prática do conhecimento, trazendo para sala de aula um momento diferente do qual éramos acostumados onde os alunos somente seguiam comandos passados pelo professor, gerando com isso o desinteresse em estar na aula. Porém, hoje, com esse novo método, os alunos se sentem motivados a participar, assim se tornando mais ativos e críticos em todo aspecto.

Simone Lucas

Com o SIMROBÓTICA®, os estudantes da rede pública aprendem fazendo por meio da lógica de programação, pensamento computacional, blocos de montagem do LEGO® Education® e outros recursos que tornam o conteúdo mais atrativo, significativo e com metodologia que desenvolve inúmeras habilidades comportamentais, organizacionais, socioemocionais, cognitivas e de comunicação.

O município ou estado que tem políticas públicas educacionais eficientes e que pensa a longo prazo permite um avanço não só na escolarização de seus estudantes, mas na economia como um todo, pois prepara as crianças e jovens para uma vida profissional mais ativa e com mais oportunidades.

Se você for gestor público e/ou atua na educação pública, faça você mesmo a transformação da educação de sua cidade ou Estado. Conheça as soluções educacionais criadas para oferecer oportunidades iguais de desenvolvimento humano para os estudantes das escolas públicas de todo o país. Fale com a gente e tire suas dúvidas.

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