O mundo nunca procurou e precisou tanto de profissionais na área de tecnologia e programação quanto hoje. Esses segmentos são um dos que mais contratam no Brasil. No ano de 2018 foram criadas cerca de 28 mil novas vagas no setor.

“Temos uma demanda importante de profissionais. O segmento de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), que entendemos como as empresas que têm na tecnologia da informação sua atividade central, vai demandar 329 mil trabalhadores até 2024. E na TI in House, mesmo com alguma redução diante do aumento normal de outsourcing, serão outros 92 mil. Portanto, no total estamos falando de demanda de 420 mil profissionais”, explica o presidente executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, Brasscom, Sergio Paulo Gallindo.

Segundo o gerente sênior de recrutamento da Robert Halg, Caio Arnaes, essa demanda vem crescendo muito ao longo dos últimos anos e não tem diminuído.

Os especialistas em recrutamento fazem uma analogia, se por exemplo, colocarmos uma jangada no meio do oceano com 500 programadores, imediatamente haverão empresas se mudando para essa jangada. Isso se deve ao desespero do RHs em encontrar profissionais capacitados nesse segmento. A procura é tanta, que hoje em dia o programador tem status de rosckstar.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje existem 12,9 milhões de desempregados no país, apesar desse número, pelo menos metade dos 70 mil empregos que devem ser criados por ano na área de TI, até 2024, correm o risco de não serem preenchidos. O motivo? A falta de mão de obra especializada.

Além da crescente abertura de vagas, existe também uma diversidade de empregadores que oferecem oportunidades para esse tipo de profissional, como startups, grandes grupos, agências, empresas de tecnologia em geral, fábricas de software, entre outras.

A formação em geral desses profissionais que atuam como programadores, são em cursos de graduação como Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Ciência ou Engenharia da Computação, mas não há uma regra para isso. Sabe-se que apenas um curso superior não é garantia de sucesso como programador, conforme explicam os recrutadores da área. Esse segmento exige especialização e aprofundamento no assunto por meio de cursos presenciais e online, fóruns e livros.

Contribuindo com o avanço econômico e tecnológico das futuras gerações, a empresa SIMinova® que é voltada para a área pública e atua nos segmentos de Tecnologia e Educação desenvolveu um curso profissionalizante de programação Apple®, para transformar os estudantes de escolas públicas em programadores tecnológicos do futuro.

As aulas são pautadas para programação dos equipamentos Apple®. O curso foi idealizado pela SIMinova® para ser trabalhado em duplas com os equipamentos Apple® que serão disponibilizados nas escolas públicas.

Sendo assim, os estudantes estarão habilitados a assumir posições de estágios, aprendiz, analista júnior ou pleno, como programadores full stack (back-end e/ou front-end) de soluções web e mobile, utilizando, especialmente, linguagens de programação do ecossistema Apple® (SWIFT, IOS, MACOS).

“Este curso é voltado ao ensino médio, EJA, escolas técnicas, profissionalizantes e até mesmo em fundações e institutos.  O objetivo do SIMprogramar® é tornar os estudantes preparados para as oportunidades disponíveis no mercado de trabalho.”

Afirma Ivan Ipólyto, CEO da SIMinova®

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