Assim que o sinal toca, estudantes das 14 escolas municipais de Santana de Parnaíba correm ansiosos para a sala de aula. Além de estarem em busca de sonhos, ansiosos para verem os colegas e professores, eles também aguardam pelas aulas de robótica desenvolvidas pela SIMinova®, uma verdadeira atração na escola pública. Uma geração de cerca de 6 mil estudantes, do ensino fundamental e médio, é pioneira em aprender robótica sem que os pais tenham que arcar financeiramente com essa educação.

Educação que, inclusive, só melhora na cidade.
Lorena Cristina de Souza, 13 anos, é uma das estudantes que teve a oportunidade de acessar esse conteúdo e declara que não imaginava a possibilidade de ter uma aula como essa. “Nunca pensei que eu poderia ter essa aula numa escola pública. Desenvolvi mais curiosidade, quero saber como as coisas funcionam. Já venho criando ideias na minha cabeça de ser matemática, de estudar matemática e estudar mais sobre os robôs também”, disse Lorena.

O fato das aulas de robótica estarem sendo ministradas em uma escola municipal é algo que também chama a atenção da mãe da estudante, Regiane Rosa de Souza, que percebeu os avanços da filha após o início das aulas do programa de robótica educacional.

“É um sonho. Espero que ela aproveite isso para fazer as melhores escolhas. Hoje ela se sente mais capaz, mais autônoma, depois de ter tido a robótica”, explicou a mãe. Esse engajamento também foi percebido por parte dos professores, como conta o Secretário de Educação, Clécius Wanderley Romagnoli dos Santos, que afirma que os docentes encontraram nas aulas uma motivação para trabalhar, já que se depararam com estudantes também motivados com a novidade. “Vimos que não havia em outro lugar na rede pública. Fomos pioneiros nessa implementação. Quando você tem algo bom e é pioneiro, você fica orgulhoso”.

Além de pioneiro, o secretário afirma que o modelo de ensino fez com que as pessoas vissem a escola de uma forma diferenciada, com mais credibilidade. Para ele, a metodologia oferece uma perspectiva diferente ao estudante, que se torna protagonista do conhecimento. “Nosso intuito é que esses estudantes estejam todos dentro de uma faculdade, com formação universitária, na busca contínua pelo aprendizado, pelo conhecimento, e também na indústria 4.0, que é a indústria do futuro”, completou Clécius.

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