Proporcionar experiências educacionais empreendedoras aos estudantes, é investir em cidadãos mais participativos, conscientes e produtivos na sociedade. Por isso, prepará-los para o futuro e para a construção do seu projeto de vida, faz parte das premissas da educação empreendedora.

Contribuir na jornada do autoconhecimento e na construção do propósito de vida, possibilita que os estudantes compreendam quem serão enquanto adultos, profissionais e líderes, permitindo que estratégias sejam articuladas a fim de que eles sejam protagonistas de seus próprios aprendizados. Mas, além de instrumentalizar os jovens com o objetivo de ensiná-los a conduzir seus próprios negócios, a educação empreendedora também contribui no desenvolvimento de competências e habilidades transferíveis em todas as situações da vida pessoal e profissional.

“A maior missão da educação empreendedora é justamente empoderar os jovens para que eles tenham ainda mais agência e responsabilidade na hora de realizar seus sonhos e trilhar suas próprias jornadas”, afirma o empreendedor e educador Paulo Camargo.


Mesmo com os esforços e incentivos para continuar levando educação de qualidade aos estudantes, as escolas vêm sofrendo com o cenário atual, pois, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas, a partir dos dados do IBGE, o tempo dedicado aos estudos pelos estudantes no primeiro ano de pandemia é preocupante: Estudantes de 10 a 17 anos estudaram, em média, pelo menos duas horas por dia; Jovens com mais de 18 anos, não chegaram a uma hora de estudo por dia. Conforme aumenta a idade, o estudante diminui sua dedicação nos estudos.

Como mudar esse cenário?

Segundo Paulo Camargo, buscar formas inovadoras de potencializar o aprendizado e otimizar o tempo de dedicação para que seja mais benéfico para o desenvolvimento integral dos jovens, são a chave para o sucesso.

“Compreender que precisamos aproveitar o nosso tempo para construirmos versões melhores de nós mesmos e entender que todas as experiências que vivenciamos podem ser oportunidades de aprendermos algo, seja lendo livros, assistindo séries, filmes ou documentários, sempre irão agregar conhecimento e experiências educacionais transformadoras, contribuindo para o nosso crescimento”, comenta Paulo.

O empreendedor ainda deixa algumas dicas que contribuirão na jornada dos estudantes rumo ao conhecimento:

“Existem diversos cursos gratuitos online, como os oferecidos pelo Novotec de qualificação profissional, que contam com conteúdos alinhados às demandas do mercado de trabalho e que são essenciais para o desenvolvimento de habilidades e competências dos estudantes”, destaca o empreendedor.

Assim como o Novotec, outros conteúdos interessantes e gratuitos podem ser acessados pela internet, como TED Talks, que podem ser encontrados no Youtube, os podcasts de pessoas engajadas em compartilhar conhecimento e até mesmo os conteúdos pagos mais acessíveis, como o Descomplica, que é um portal que auxilia estudantes do ensino médio, universitários e de pós-graduação a se desenvolverem para assumirem novos projetos e seguirem os seus sonhos.

Consumir edutretenimento também é uma opção! A palavra é a junção de educação com entretenimento, que tem como premissa o aprender se divertindo.

Como citado pelo empreendedor, é possível aprender com filmes ou documentários que nos mostram informações importantes sobre histórias e curiosidades com o objetivo de agregar ainda mais conhecimento em nosso repertório profissional e pessoal.

Hoje, com as plataformas de streaming, existem diversas opções de consumirmos edutretenimento, então, aproveite as oportunidades que existem para expandir seu repertório e investir em seu conhecimento!

E, além de aprender assistindo, o conceito de edutretenimento também pode ser consumido nas escolas por meio de metodologias ativas, que proporcionam mais diversão durante as aulas e é exatamente isso que a SIMinova® oferece aos estudantes em seus Programas de Educação Tecnológica! Afinal, o emprego de metodologias ativas combinadas com a educação empreendedora, contribui para o desenvolvimento das competências socioemocionais, também chamadas competências do século 21, que são justamente aquelas consideradas os grandes diferenciais dos profissionais do futuro.

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